Domingueros Viti

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Despacio, despacio...Vivir deprisa no es vivir, es sobrevivir.

jueves, 13 de julio de 2023

Playas fluviales en el Duero en Portugal

 * http://www.public.vivadouro.org/em-destaque/praias-fluviais-e-zonas-de-lazer-para-aproveitar-o-verao-no-douro/?fbclid=IwAR16n3rLcXM9GA9Ghq_1KX21i9wG9vVs8-zQx3B2nBNgfIdYhhUEekN-fc8

Praias Fluviais e Zonas de Lazer para aproveitar o verão no Douro


Nascido em Espanha, com 897 km de extensão, o Rio Douro tem vários aspetos de interesse, entre eles as praias fluviais e espaços de lazer que ladeiam as suas margens e dos afluentes que o alimentam.

À medida que avança em direção ao mar torna-se um rio cada vez mais urbano, serpenteando por inúmeras vilas e cidades ao longo do seu caminho. Muitas das praias fluviais do rio Douro são de elevada qualidade e há já as que são distinguidas com diversos galardões como a Praia da Congida em Freixo de Espada à Cinta, ou a Praia Fluvial de Segões em Moimenta da Beira.

Praia Fluvial da Congida no top das melhores na Península Ibérica
Ainda no Parque do Douro Internacional, a Praia da Congida ostenta três galardões de (Bandeira Azul, Praia Acessível e Qualidade de Ouro), sendo uma das quatro melhores a nível ibérico no que a praias do interior diz respeito.

“Mais do que falar do interior, temos que praticar o interior e termos aqui aquela que se pode considerar a melhor praia fluvial nacional, e a quarta em termos ibéricos, é fazer exatamente isso.

Aqui as pessoas podem usufruir do espaço mas também da hospitalidade das nossas gentes e da tranquilidade e segurança do nosso território”, explica Nuno Ferreira, autarca freixenista.

A proximidade com Espanha faz com que a maioria dos seus utilizadores sejam espanhóis, “são cerca de 75% do total de pessoas que passam aqui anualmente”, afirma o autarca.

Nuno Ferreira, Presidente CM Freixo de Espada à Cinta
A praia é dotada de uma piscina natural flutuante, atividades aquáticas, parque infantil, bar/restaurante, zona relvada e um campo de jogos para a prática de futebol e voleibol de praia. “Aliás, já no final deste mês de julho vamos receber aqui uma etapa do Nacional de Voleibol de Praia, à semelhança do que aconteceu no ano passado”, afirma Nuno Ferreira.

O espaço é cuidadosamente mantido ao longo do ano “dando assim possibilidade a que as pessoas usufruam dele em qualquer altura e não apenas durante a época balnear”, explica o autarca que avança ainda que “em breve será também instalado um insuflável aquático, que certamente fará as delícias de muitos dos frequentadores deste espaço”.

Para Nuno Ferreira, a Praia Fluvial da Congida é um espaço de convívio, não só para os seus munícipes e comunidade emigrante que no verão regressa à sua terra natal, mas também “para os milhares de turistas que visitam este território ano após ano”.

Durante a sua visita os turistas podem ainda disfrutar de um passeio pelo Douro Internacional através dos cruzeiros que partem desta praia.

A praia é vigiada o que permite usufruir do espaço com todas as garantias de segurança.

Praia Fluvial de Segões tem Qualidade de Ouro


Localizada no concelho de Moimenta da Beira, a Praia Fluvial de Segões é uma das duas existentes no território beirão. Banhada pelo Rio Paiva, “o menos poluído de Europa”, sublinha o autarca Paulo Figueiredo, esta praia ostenta o galardão de Qualidade de Ouro.

As águas desta praia têm uma cor ligeiramente escura, resultado da presença de sais minerais e são, por isso mesmo, muito procuradas para doenças de pele.

“Neste espaço temos uma zona verde envolvente convidativa para que as pessoas usufruam do seu tempo de forma confortável e agradável em qualquer idade”, afirma o autarca.

Os equipamentos de bar/restaurante e casas de banho de apoio estão neste momento em fase final de remodelação, “uma obra que acabou por sofrer alguns atrasos pelos motivos que são conhecidos, como a falta de material ou de mão-de-obra, e que acabam por prejudicar um pouco o funcionamento do espaço”, lamenta Paulo Figueiredo, que avança ainda que o espaço será dotado também de um Centro de Apoio ao Turista.


Paulo Figueiredo, Presidente CM Moimenta da Beira
“Pretendemos criar ali um espaço que vá além das necessidades básicas dos que frequentam o espaço, que funcionará como biblioteca também, alargando a oferta que temos”.

Existe ainda espaço para churrascos e mesas para que se possa apreciar uma refeição em contacto direto com a natureza.

“Esta praia é uma das duas que temos no concelho, temos outra na barragem do rio Vilar. Em ambas cumprimos todos os requisitos exigidos pela APA, como ter dois nadadores salvadores em permanência durante o período de funcionamento, por exemplo. Só para isso é um investimento de 125 mil euros, no total são 8 nadadores salvadores certificados”.

A praia tem cerca de 10 mil m2, e funciona entre as 09H e as 19H, todos os dias.

Outros espaços de lazer para aproveitar o verão no Douro

Não só em praias fluviais se pode apreciar as maravilhas do Douro durante a época estival, um pouco por toda a região são diversos os espaços de lazer que, próximos da água fazem as delícias dos veraneantes.
 
Espaço de Lazer da Foz do Sabor


Localizado no concelho de Torre de Moncorvo, o Espaço de Lazer da Foz do Sabor é banhado por um imenso lençol de água, excelente para a prática de desportos aquáticos e lazer.

Rodeada por um jardim relvado com área arborizada, esta praia dispõe de parque de merendas, um bar de apoio, sanitários, parque de estacionamento, cais de desembarque e atracagem.

O espaço serve ainda à realização de várias atividades como o Encontro de Idosos do concelho, a Festa de Nossa Senhora da Guia (procissão nos barcos), que se realiza de 3 a 6 agosto, o certame Vinho e Sabor Douro, que terá lugar entre 8 e 10 setembro e que integra também a Final do Concurso e Eleição Rainha das Vindimas de Portugal, no dia 9 de setembro.

Praia Fluvial da Albufeira do Vilar


Este sítio separa as freguesias de Vilar (Moimenta da Beira) e Fonte Arcada (Sernancelhe), e permite a prática de pesca, nomeadamente de truta. A barragem foi criada para normalizar os fluxos do Douro, e recentemente foi utilizada para captar água para abastecimento público. É também um ótimo local para tomar uns banhos ou fazer um piquenique.

Praia fluvial bonita e agradável, com estacionamento, bar, churrasqueiras e mesas de convívio, bastante espaço com sombras, casa de banho e possibilidade de alugar canoas ou gaivotas.

Praia Fluvial de Fornelos


Situada num vale que divide as freguesias de Fornelos e Louredo perto do Lugar do Barreiro, no concelho de Santa Marta de Penaguião a Praia Fluvial de Fornelos é um espaço verdejante banhado pelas águas límpidas do Rio Aguilhão, com 2 parques de merendas, um bar de apoio com esplanada ou ainda balneários. O espaço ideal para as famílias, ou para apanhar banhos de sol nos relvados verdejantes.

Em funcionamento desde 1998, em 2012 foi alvo uma ampliação para a outra margem do rio, com um aumento do relvado, Parque de Merendas e Parque Infantil.

Espaço de Lazer do Rio Teixeira


O Espaço de Lazer de Mesão Frio fica localizado nas margens do rio Teixeira. Na margem direita fica a zona de relvado, o bar/cafetaria de apoio à zona  fluvial e o acesso àágua do Rio Teixeira e na margem esquerda fica o Parque de Merendas com mesas e uma fonte de água fresca.

Localizada entre dois distritos, a parte do Parque de Merendas pertence a Mesão Frio, Vila Real e a parte do relvado e Café/Bar a Anquião, concelho de Baião, Distrito do Porto. Fica para o nome a praia fluvial de Mesão Frio pois foi este concelho que realizou ali as obras e criou esta Zona de Lazer.

O espaço está ainda dotado de churrasqueira, casas de banho de apoio e máquinas de manutenção física.

Praia Fluvial de Rebelos


A praia fluvial de Rebelos em Murça fica mesmo por debaixo da A4, a auto estrada transmontana que liga Matosinhos a Quintanilha. Uma zona de recreio e lazer para relaxar e refrescar-se nas águas cristalinas de uma das zonas do Vale do Tua. Aqui também pode fazer Percursos Pedestres de Birdwatching.

A zona não é vigiada, mas a água é controlada. Não pode levar animais para a zona de relvado/bar. Ideal para estacionar a sua autocaravana do lado do areal.

A zona fluvial é banhada pelo rio Tinhela, que vai desembocar no rio Tua. Este rio recebe a sudoeste a ribeira de Noura e a noroeste o rio de Curros.

Praia Fluvial de Nagoselo do Douro e Praia Fluvial da Ferradosa


Ambas localizadas no concelho de São João da Pesqueira, são espaços ideais para disfrutar da água do rio Douro.

Ambas estão dotadas de bar e casas de banho de acesso. Na praia de Nagoselo do Douro é ainda possível alugar canoas para uns passeios, já na praia da Ferradosa pode optar por um passeio de barco ou aproveitar a pista de pesca para praticar este desporto.

No edifício da antiga estação, existe um restaurante e, na área adjacente, uma empresa dedicada ao aluguer de barcos e chalés.
 
Praia Fluvial de Vila de Ponte


Uma das mais recentes praias fluviais do Norte de Portugal, situa-se em Sernancelhe onde brilham duas excelentes piscinas flutuantes, uma para adultos e outra para crianças, , sempre vigiadas durante a época balnear, e onde não faltam bons spots para fazer um aprazível picnic rodeado de natureza.

Se for percorrer os Passadiços do Távora no verão, não deixe de ir dar uns mergulhos à Praia Fluvial de Vila do Ponte. Apesar de só ter sido inaugurada em 2021 já é considerada uma das melhores praias fluviais do Norte de Portugal.

No espaço envolvente não faltam locais onde estender a toalha, seja na relva ou na areia, e boas sombras para fintar o calor, que por estas bandas costuma ser inclemente nas tarde de verão.

Há ainda um parque de merendas, um bar de apoio móvel e um fixo, relativamente perto da praia. No espaço pode ainda alugar um caiaque, canoa ou bicicleta, adicionando ainda mais diversão à experiência.





viernes, 23 de junio de 2023

Playas fluviales en la provincia de León

 * https://digitaldeleon.com/provincia-leon/playas-fluviales-de-leon/?fbclid=IwAR1gDs287mXKHBjpAzyMSEIiVqjkkOmpTaVbqp-8s7x0GtbnMrAWM7sukjQ

León tiene 12 playas fluviales ubicadas en 9 pueblos diferentes

Con la llegada del verano, los pueblos de León abren al público sus playas fluviales que permiten a los habitantes y visitantes refrescarse durante los meses de calor en las zonas acondicionadas y habilitadas a las orillas de los ríos y lagos, que ya se han convertido en sitios imprescindibles en la provincia.

León cuenta con 12 playas fluviales repartidas a lo largo y ancho de la extensión de la provincia, algunos municipios incluso con dos zonas de baño. Lugares espectaculares y cargados de naturaleza que nada tienen que envidiar a la costa y que permiten refrescarse y disfrutar del verano a los leoneses.

Atendiendo al mapa de las Zonas de Baño autorizadas por la Junta de Castilla y León, las playas fluviales de León están en:

Llamas de la Ribera, con dos zonas de baño en el río Órbigo.

Cimanes del Tejar con dos zonas de baño en el río Órbigo.

Villaobispo de Otero en el río Tuerto.

Vega de Espinareda en el río Ancares y en el río Cúa.

Igüeña en el río Boeza.

Cacabelos en el río Cúa.

Toral de los Vados en el río Burbia.

Molinaseca en el río Meruelo.

Carucedo en el lago de Carucedo.






martes, 20 de junio de 2023

León. Sendero del canal romano de Llamas de Cabrera

 * https://siempredepaso.es/sendero-del-canal-romano-de-llamas-de-cabrera-leon?fbclid=IwAR3dypw6DFgTm490A5NpS3ux6kt8foiEWIZJo64CBgt4juG9htSe0A78osw

La cara oculta de Las Médulas. En este reportaje te cuento cómo realizar el espectacular paseo que discurre por el interior de dos de los canales que los romanos tallaron a lo largo de centenares de kilómetros para llevar, a través de las montañas, el agua que necesitaban para extraer el oro de Las Médulas. Recuerda que reservar tus alojamientos a través de Siempre de Paso me ayuda generar contenido gratuito para que lo disfrutes.

Restos arqueológicos y canalizaciones romanas en la comarca leonesa de La Cabrera

Textos y fotografías: JAVIER PRIETO GALLEGO

Llegados los albores de nuestra era, los romanos peleaban ansiosamente por lograr, de una vez por todas, el control total de una península a la que dieron en llamar Hispania. A pesar de su empeño, se les resistían de una manera especial las tribus indígenas asentadas en la esquina noroeste de ese territorio. Pero no por mucho por tiempo. En el año 25 a. C. fue tomada la ciudad de Lancia y emprendida la última etapa de su conquista.


Así las cosas, y tras el empeño puesto en la conquista del territorio –o tal vez al mismo tiempo-, a los romanos les acometió otra fiebre mayor: el delirio del oro.

Su empecinamiento por conquistar el mundo, conllevaba la necesidad infinita de dinero, riqueza con la que pagar soldados, mano de obra y un sistema administrativo cada vez más voluminoso y menos productivo. De cuantos metales preciosos servían a su propósito el oro era el más buscado. Y encontraron su mejor filón en Las Médulas, el yacimiento de este metal más importante del mundo en esa época.

Como es sabido, su explotación se realizó demoliendo las montañas con imponentes chorros de agua a presión lanzados desde la zona superior de esas montañas. Ingeniosa forma de convertir la tierra en barro y buscar oro como quien desmiga un roscón de Reyes.

La red hidráulica de Las Médulas llegó a sumar más de 600 km de longitud repartidos en 9 canales principales, si bien no todos estuvieron activos al mismo tiempo. De hecho fueron construidos y utilizados de forma sucesiva a medida que la evolución de la explotación minera demandaba aportes de agua a mayor altitud. CANALES ROMANOS


Este sistema de agua a presión conllevó la construcción de cientos de kilómetros de canales en las sierras colindantes del Teleno y los Montes Aquilanos, mediante los que conducir el agua a lo largo de esas montañas hasta su destino final. Al mismo tiempo estas obras, tan espectáculares en su mecánica como en su atrevimiento, hicieron necesaria la creación de nuevos poblados en los que alojar a la población trabajadora y al propio ejército romano encargado de vigilar toda esta infraestructura, vital para que la explotación de Las Médulas pudiera continuar siendo rentable.
Entre los siglos I y III la comarca leonesa de La Cabrera vivió una profunda transformación urbanística, tan espectacular para la época como la de la Costa del Sol en los 60: canales, caminos, presas de contención y nuevos poblados transformaron para siempre aquel rincón salvaje de la Hispania profunda.

CANALES ROMANOS EN LA CABRERA
Veintiún siglos después, La Cabrera sigue siendo un territorio marcado por los zarpazos que Roma dibujó en esas montañas. De los 9 canales que llegaron a constituir el sistema hidráulico completo de Las Médulas, con más de 600 km de recorrido, 6 canales principales y 2 auxiliares son los que discurrían por la vertiene articulada en torno al río Cabrera, sumando por esta vertiente un total de 460 km de trazados. Como el resto, fueron construidos a lo largo de las laderas de estas montañas mediante el sencillo y trabajoso método de tallar la caja por la que debía circular el agua en las paredes de roca. Allí donde no existía el soporte de la roca se construían muros de mampostería a uno o a ambos lados y se dejaba el canal en el medio. Las cajas tienen unas dimensiones más o menos regulares de unos 40 cm de alto y unos 120 cm de alto con una pendiente media mantenida de en torno a 0,5%. Los canales corrían paralelos entre sí siguiendo cada uno su propia cota de la montaña captando de esta manera a diferentes alturas el agua de los arroyos que descienden hacia el fondo. Uno de esos canales, numerado como C3, tiene 143 kilómetros de longitud y no solo es el más largo de todo el sistema hidráulico de Las Médulas, también es «la segunda conducción de agua más larga de la antigüedad, sólo superado por el canal de abastecimiento a la ciudad romana de Constantinopla (actual Estambul)» .

El rastro de aquellos canales trazados a distintos niveles sobre las laderas meridionales de las sierras del Teleno y los Aquilanos son perfectamente visibles para quien mire con ojo atento y haga caso de alguno de los paneles que jalonan la carretera que une las localidades de Truchas y Puente de Domingo Flórez por el puerto de Peña Aguda.

De los varios rincones en los que es posible recorrer las huellas de Roma a lo largo de esa carretera destaca, por su particular encanto y su excepcional estado de conservación el canal romano C1 que recorre el valle del Airoso o Lleiroso y que permite contemplar notables vestigios arqueológicos y una buena muestra de las obras originales que requirió su construcción.


Así pues, una de las mejores maneras de conocer de primera mano uno aquellos canales que llevaron el agua a Las Médulas y el oro al bolsillo de los romanos pudientes es precisamente el paseo que discurre por el trazado de este canal romano C1 que arraca en Llamas de Cabrera. El paseo está señalizado e ilustrado con un reguero de paneles que informan sobre la técnica necesaria para su construcción y otras curiosidades. Además de brindar panorámicas espectaculares sobre el valle y el monte de La Aquiana, el más alto de los Aquilanos, ofrece al final la posibilidad de transitar por dos cortos túneles tallados con el canal: uno de ellos sirve para pasar de un valle al siguiente ahorrando muchos metros de obra; el otro, atraviesa la montaña por debajo del canal y fue tallado para aliviar las riadas que, en tiempo de tormentas, podrían poner en peligro los represamientos con los que alimentaban esta bien pensada red de canales.


EN MARCHA. Hasta Llamas de Cabrera es posible llegar, bien desde Puente de Domingo Flórez, en el límite de León con Ourense; bien desde La Bañeza por la carretera que se dirige hacia Truchas y Corporales.

EL PASEO. Recorrido circular señalizado como parte del GR. 292.3, Canales Romanos de Las Médulas. El paseo tiene unos 6 km totales y discurre por el trazado de los canales romanos C1, a la ida, y C3, a la vuelta. La forma más sencilla y corta es ir y volver por el canal C1 al alcanzar el pequeño túnel que da paso al valle del arroyo de Valdecorrales. Hasta ahí hay unos 3 km que pueden hacerse en unos 45 minutos. El panel informativo general del recorrido se localiza junto a la carretera, en la primera calle que aparece según se llega por la LE 191/19 desde Sacella, junto a una fuente. Tras pasar por encima de la iglesia, y al alcanzar el final del pueblo, se asciende hasta localizar, junto a unos grandes castaños, el primero de los paneles del recorrido. Es también el punto en el que confluyen el canal C1 que, en sentido descendente sirve ahora para iniciar el paseo, y el canal C3, a su derecha, que es por el que regresaremos. A 1,7 km del inicio aparece señalizado el desvío hacia el paraje de La Campana donde se localizan los restos de obras realizadas agujereando un espelón rocoso para la construcción de unos canales utilizados para el lavado de sedimentos. Este paraje, aunque interesante, conlleva afrontar el fuerte desnivel existente entre ambos puntos y añadir cerca de una hora al recorrido total.

Al alcanzar los túneles que se abren al final del recorrido, el circuito se completa enlazando con el canal C3 que corre paralelo al C1 por la misma ladera pero a mayor altura. Para esto, tras pasar el túnel, hay que remontar el arroyo de la Petadura por la orilla izquierda durante unos 10 minutos. En la pared de una caseta junto al arroyo, una flecha indica que hay que separarse algunos metros de la orilla para encontrar el sendero que continúa ascendiendo por el vallejo hasta que, otros diez minutos después se acaba por conectar con el camino del Palomar, que llega desde la otra orilla. A partir de ese momento, sin cruzar el arroyo en ningún caso, se inicia una prolongada ascensión a través del robledal hasta dar vistas de nuevo al valle del Airoso. Muy poco después, el camino carretero acaba por conectar con el llamado “carril número tres”, paralelo al recorrido anteriormente. A pesar de que el tiempo y el uso acabó por convertirlo en un camino carretero, son apreciables, además del desgaste que los carros dibujaron sobre la roca desnuda en muchos tramos, las obras realizadas por Roma durante la construcción del canal. El camino, con vistas espléndidas sobre el valle, termina el recorrido en un vertiginoso descenso hacia uno de los paneles del inicio del sendero, junto a la localidad de Llamas. La vuelta por aquí lleva algo más de una hora desde los túneles. 



* https://es.wikiloc.com/rutas-senderismo/sendero-de-los-canales-romanos-de-llamas-de-cabrera-leon-100735419

https://siempredepaso.es/sendero-del-canal-romano-de-llamas-de-cabrera-leon. La cara oculta de Las Médulas. En este reportaje te cuento cómo realizar el espectacular paseo que discurre por el interior de dos de los canales que los romanos tallaron a lo largo de centenares de kilómetros para llevar, a través de las montañas, el agua que necesitaban para extraer el oro de Las Médulas

lunes, 19 de junio de 2023

Villardeciervos. Zamora

 * https://es.wikiloc.com/rutas-senderismo/villardeciervos-cional-playas-61172785

Ruta circular balizada con marcas blancas y amarillas, aunque otro pequeño recorrido interplayas el color de las balizas sea rojo. Las balizas con líneas paralelas indican la continuación o camino correcto, mientras que las balizas con dibujo en forma de "X" nos indican el camino equivocado. Podemos salir desde las afueras del pueblo tanto desde el camino de continuación del Caño Grande (fuente) como en sentido contrario que partiría por un camino asfaltado cerca del punto limpio y cementerio de Villardeciervos.

Es una ruta fácil muy bonita acompañado de robles, pinos, monte bajo y sobre todo con la posibilidad de seguir paralelo al embalse de Valparaiso, disfrutar de sus vistas y como no de las estupendas playas, tanto la de Cional como la de Villardeciervos.




*  https://turismovillardeciervos.com/senderismo/




viernes, 16 de junio de 2023

Rutas en bici por Vitigudino

Tenemos infinidad de posibilidades para señalizar rutas en bicicletas, tenemos tantísimos caminos de concentración, que unen Vitigudino con muchos pueblos. 

Tenemos un paraíso abandonado, con un patrimonio cultural impresionante. Por desgracias, la Junta de Castilla y León y Diputación de Salamanca, tienen esta zona totalmente abandonada.

Se pueden realizar rutas de diversos kilometrajes, desde para unas horas, como medio día, día entero...

                                            

Vitigudino-Majuges-Peñas Llanas-Vitigudino

               
 Peralejos de Abajo

                                                                     


                                                                      Guadramiro







Vitigudino-Las Uces-Sanchón de la Ribera-Majuges-Vitigudino

















                                           Vitigudino-Barceino-Barceo-Majuges-Vitigudino






Vitigudino-Barceino-Barceo-Majuges-Vitigudino

 













Yecla de Yeltes